DBT 4 DIMENSÕESTERAPIA COMPORTAMENTAL DIALÉTICA
Logo DBT 4 DimensõesPAIS E RESPONSÁVEIS

Quem cuida também
precisa de cuidado.

Orientação baseada em DBT para ajudar pais e responsáveis a compreender dificuldades emocionais e construir respostas mais efetivas no dia a dia.

Isadora e Nathalia em uma conversa acolhedora
UM OLHAR PARA A RELAÇÃO

Entender antes de reagir.
Conectar para cuidar.

Quando alguém que amamos sofre intensamente, é comum sentir medo, cansaço e dúvidas sobre como ajudar. Tentativas de proteger podem terminar em discussões, afastamento ou sensação de impotência.

A orientação parental cria um espaço para compreender essas interações e desenvolver recursos. Trabalhamos com pais e responsáveis no cuidado de pessoas que precisam de DBT, considerando a realidade da família e as necessidades de quem recebe o cuidado.

A proposta é ampliar possibilidades de resposta e construir um ambiente mais favorável à mudança, sem transformar a família em culpada pelo sofrimento.

VALIDAÇÃO E LIMITES

“Eu entendo que está difícil”
pode caminhar junto com
“precisamos de um limite”.

Validar é reconhecer o que faz sentido na experiência de alguém. Isso não exige concordar com todas as interpretações, atender a todos os pedidos ou aceitar comportamentos que machucam.

Na orientação, praticamos maneiras de escutar, comunicar limites e responder a conflitos. A atenção também se volta para as emoções dos próprios cuidadores, que precisam de recursos para agir com clareza em situações difíceis.

O QUE CONSTRUÍMOS JUNTOS

Mais compreensão.
Respostas mais efetivas.

01

Compreender as emoções

Conhecer a desregulação emocional e observar como vulnerabilidades e contextos influenciam as reações. Diferenciar interpretações de comportamentos observáveis.

02

Validar e se comunicar

Ouvir com atenção, reconhecer a experiência do outro e expressar necessidades de modo claro. Reduzir escaladas e criar oportunidades de diálogo.

03

Sustentar limites

Construir combinados possíveis e respostas consistentes. Reconhecer avanços e observar como as consequências influenciam os comportamentos no cotidiano.

04

Cuidar de quem cuida

Identificar sobrecarga, praticar habilidades para as próprias emoções e buscar apoio. O cuidado precisa considerar também os limites e as necessidades dos responsáveis.

DA CONVERSA PARA O COTIDIANO

Trabalhamos com
situações da sua família.

Partimos de episódios concretos: um conflito que se repete, uma conversa que termina mal, uma dificuldade em estabelecer combinados. Buscamos compreender o que acontece e ensaiar alternativas adequadas ao contexto.

Quando necessário e autorizado, a orientação pode ser articulada com a equipe que acompanha a pessoa em tratamento. Essa colaboração respeita a autonomia, o sigilo e os limites de cada papel. Pais e responsáveis não precisam assumir a função de terapeutas.

Como funciona a orientação parental baseada em DBT?

A orientação parental baseada em princípios da DBT oferece um espaço para pais e responsáveis compreenderem padrões de interação, praticarem validação emocional, estabelecerem limites e ampliarem recursos de comunicação. As estratégias são ajustadas às necessidades e ao contexto de cada família.

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PARA VOCÊ ENTENDER MELHOR

Perguntas que
abrem caminhos.

A orientação é apenas para pais de crianças?

A proposta considera pais e responsáveis por pessoas que precisam de DBT. A adequação é avaliada conforme a idade, a autonomia e as necessidades da pessoa e da família.

A pessoa precisa já estar fazendo DBT?

Isso é discutido no contato inicial. Avaliamos a demanda, o acompanhamento existente e os limites da orientação para entender se ela é adequada.

Orientação parental é terapia de família?

Não são necessariamente o mesmo serviço. Aqui, o foco é desenvolver compreensão e habilidades dos cuidadores. Outras necessidades de tratamento são avaliadas e discutidas.

O objetivo é fazer a pessoa obedecer?

O objetivo é construir relações mais efetivas, reduzir interações que ampliam o sofrimento e apoiar mudanças importantes. Autonomia, segurança e limites são considerados em conjunto.

Vocês ensinam como lidar com crises?

Podemos trabalhar habilidades e discutir a articulação de um plano de cuidado com os profissionais responsáveis. A orientação parental não substitui avaliação de risco nem atendimento de urgência.

UM PRIMEIRO PASSO, NO SEU TEMPO

Podemos pensar
esse caminho com você.

Conte o que você procura. Vamos conversar sobre suas necessidades e entender qual serviço faz sentido para este momento.

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